sábado, 13 de fevereiro de 2010

São Paulo, Cidade da Canoa sem Luz

São Paulo, 11 de Fevereiro de 2010

Aniversareia a MeninaAmanda, e nós, Insônio e Meio-psicopata, nos dirigimos ao local da comemoração: Avenida Paulista, mais precisamente: Rua Augusta.

Porém Murphy, implacável como sempre, providenciou mais um dilúvio na ex-terra da garoa, hoje terra da canoa.

Nós nos encontramos na catraca do metrô Consolação, que aquela hora abrigava a população completa de São Paulo, e lá, ficamos sabendo que a Paulista inteira, desde a Vila Mariana, estava sem luz.

Resistimos bravamente ao mar de gente que por muito pouco não nos arrastou para o subterrâneo junto deles, como uma horda de zumbis faria.

Dado o atraso, tentamos nos comunicar com a MeninaAmanda. Esta nos ligou após algum tempo dizendo que estava em frente ao local da comemoração e que, pasmem, a Augusta estava sem luz!

Sim, claro, o que mais poderia falhar? Aliás, falhar não é bem a palavra, mas acontecer cabe bem nos fatos a seguir, e estes envolvem cerveja e destilados (que eram proibidos tanto para a MeninaAmanda quanto para o Insônio) - não que Meio-psicopata tenha conseguido mantê-los longe das bebidas mais fortes.

Depois de algumas horas, quando o sangue de todos já tinha mais cana do que o normal - sim porque é normal -, Meio-psicopata continuava sendo a única sóbria, e pode relatar os acontecimentos a seguir melhor do que qualquer um.

Ok, eu assumo. Mas antes que perguntem, explico que eu era a única criatura sóbria a quilômetros de distância pois tomei apenas refrigerante. Faz muito tempo que eu me abstenho do álcool, posto que ele costuma me deixar com uma vontade incontrolável de matar e isso me causaria problemas.

Galera maior efusiva, então aconteceu um pouco de tudo. O Vaquinha resolveu andar mostrando a bunda na Augusta e quase apanhou de cassetete; todos cantavam e dançavam "dia do aniversário, dia do aniversário" (repete 3167643648 vezes - com coreografia própria); pessoas faziam outras danças... curiosas; todo mundo quase gritando (geração de surdos + efusividade = muitos decibéis nas falas); 30.000 assuntos ao mesmo tempo - e normalmente paravam no meio; e o Insônio fazendo um dueto com a MeninaAmanda ao cantar e dançar Spice Girls. Já mencionei que era muita efusividade num lugar só? E sim, só eu não dancei. Eu não sei dançar, ok?

Mas o melhor era o som de fundo: a porra do apito INCESSANTE do marronzinho ali do lado. Sem luz significa que os semáforos também foram pras cucuias. Logo, alguma coisa precisava (tentar) organizar os cruzamentos. Exatamente, a pizzaria na qual estávamos ficava em um cruzamento. ANIMADO!

Bem, pra constar: a música performada por mim, Insônio, e a MeninaAmanda era Say You'll Be There. Só por curiosidade mesmo. Me lembro também de ter cantado Pro Dia Nascer Feliz, e ter tido vontade de fazer o mesmo na chuva. Ah sim, quando fico bêbado minha tendencia é ser "O Ligador", eu incluo pessoas que não puderam estar ali nos fatos que ocorrem. No caso a incluída foi a Dotôra, telefone-sem-fio diretamente de Fortaleza.

Bem, a verdade é: eu e a MeninaAmanda somos pessoas muito espontâneas e sinceras sóbrios, quando temos álcool no sangue, isso cresce consideravelmente. (By Meio-psicopata: Aliás, incluo a palavra efusivos aí e vale lembrar que sempre me impressiono com a semelhança dos dois.) Pra fechar minha noite, levei o Vaquinha até o metrô. E sim ele passou muito mal. Detalhes são dispensáveis.

Cheguei em casa, comi, assisti Friends, tomei banho e fui dormir (não necessariamente nessa ordem). Dormi das 2 às 6, acordei misteriosamente e não consegui mais dormir. Bem, me rendi ao popular matutino do brasileiro: Ana Maria Braga, e infelizmente o Louro José não estava no programa hoje. Bem, consegui pegar no sono de novo às 10 assistindo "A Filha do Presidente", e acordei só às 14h. É por isso que me chamam de Insônio, ok?

Eu, Insônio, mesmo sabendo da contrariedade de minhas companheiras desejo a todos um carnaval muito do bom! Do jeito que só o brasileiro sabe fazer! (E como eu queria estar no Rio uma hora dessas!)

Bom, eu me contento em desejar novamente, em nome do nosso grupo, muitas felicidades à MeninaAmanda, aquela que reúne praticamente todas as nossas patologias e apesar disso ainda não matou ninguém - uma salva de palmas.

Quanto ao carnaval, também prefiro me abster do assunto. Isso costuma ter o mesmo efeito que o álcool na minha pessoa.

Morram todos, gratos.


PS: Se prestarem atenção os horários das postagem, podem notar que talvez insônia seja algo contagioso. ¬¬"

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Glam, Dilúvio, Beyoncé, Dilúvio, Faculdade e...

Dilúvio! Mas, é claro. Viver em São Paulo nos últimos quarenta e poucos dias quer dizer ser especialista em lidar com chuvas, tornados, raios, árvores caindo, avenidas virando rios com correnteza e outra coisinhas mais. Eu moro na região entre a Vila Mariana e o Ipiranga (Zona Sul) e estudo na Mooca Alta (Zona Leste), o que acontece quando todas as vias ao seu redor estão impossibilitadas de uso? A gente fica ilhado na Sé as 6 da tarde, tentando ir pra direção Corinthians-Itaquera! De mais, não? Sempre de mais.
Esse fato ocorreu com a minha pessoa antes-de-ontem, já ontem fui pra aula numa boa, e parece que hoje será a mesma coisa, porque aquelas nuvens "pequenas" e monstruosas não estão se aproximando e, claro, os trovões não começaram. Ainda falando da chuva mas de um jeito completamente (ou não) diferente: amanhã vou ao show da Beyoncé com a minha irmã, sim, eu gosto dela. Pensem: Estádio do Morumbi, os portões se abrem as 17h, a hora da chuva! Pista Premmium, não, apesar de Premmium não é coberta. Estádios enchem? Espero que não. Eu não sei nadar. Ainda no assunto catora pop: além de não conseguir ir pra aula, ou ter que arrumar um jeito bizarro de chegar na faculdade, uma das minhas maiores frustrações esses dias tem sido (jura que é futil? que se foda): Christina Maria Aguilera. Sim, essa cantora que só gosta de aparecer com CD novo em ano de copa. E pense em vídeos loucos cheios de enigmas e coisas estranhas que você passou noites tentando decifrar, isso é um tanto quanto loucura, não acham? Pois é, um fã fica assim depois de quatro anos sem material novo e decente. O CD estava marcado para Março, e agora foi adiado para sabe Cher quando. Nem pra lançar "Glam", o primeiro single? Qual é, Maria? Olha a minha cara!

Só pra terminar, e não reclamar, dedico este espaço a uma homenagem a um grande amiga de nós três: Sonhadora! Sim, ela sabe quem é, não preciso escrever o nome dela por aqui! Meus parabéns (de novo) por ter passado na USP, e por ter a chance de fazer o curso que você quer fazer numa faculdade maravilhosa, independente de qualquer outra coisa! Orgulho de você, meu amor!

Boa tarde à todos, e rezem para que os guarda-chuvas sejam aposentados por um tempo!

pequena homenagem

Tá fazendo o que em casa?
Por acaso está doente?
Ver tv é deprimente
Não tem nada mais sem graça

Bom de noite é ir pra rua
Mesmo quando está chovendo
Eu que nunca me arrependo
Tá errado, eu vou fazendo...

Vai saber o que é normal...
Só o que posso lhe dizer:
Bom é quando faz mal

20 caixas de cerveja,
Um barril de puro Whisky
Quilos de carne vermelha
Fique longe não se arrisque

Não importa onde esteja
É sempre onde tem mais barulho
Maior cheiro de bagulho
Disso eu me orgulho...

Vai saber o que é normal....
Só o que eu posso lhe dizer:
Bom é quando faz mal

Consequência qualquer coisa traz
Quando é bom nunca é demais
E se faz bem ou mal tanto faz
tanto faz



Não é que eu conscientemente pense assim minha gente... Mas é uma coisa meio irracional sabe... Talvez seja histeria uhauhauhauhauhauhauhauhauhuha

aiai...

Vou ali me matar e ja volto...

A gênese de um(a) (Meio-)psicopata

A fórmula é simples:

Um alcoólatra + uma desequilibrada = EU!

Não é por nada, mas era pra eu ser BEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEM pior. Essa mistura é praticamente um Coquetel Molotov. Se eu acreditasse em divindades e bênçãos diria que é obra de um milagre eu não ser Completa-psicopata. Mas também não vou ser cobaia da da Dotôra pra tentar descobrir o que deu errado nesse processo de fusão nuclear e eu não virei uma bomba-atômica ambulante.


A saber: não, eu não estou de mau-humor e nem brava com alguém (até o momento). Só lembrei dessa fórmula engraçada e resolvi postar.

E vão para o diabo, sim?

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

E a Medalha por nado à distância vai para...

São Paulo, a Cidade que não dorme, a cidade onde eu nasci, e tenho orgulho por isso, quase Nova York pra nós, o maior centro cultural do Brasil, a melhor vida noturna do Brasil, uma das melhores do mundo. Lindo não? Mil maravilhas! NÃO.
Por que? Eu respondo: CHUVA. Ontem foi meu primeiro dia de aula na faculdade, pois é, eu saí de casa às 18h no meio daquela chuva super leve que deu ontem de tarde, sim aquela mesma. Agora, vamos combinar, eu só xinguei o São Pedro algumas vezes na minha vida, eu preciso ser punido em vida? Não dá pra me punir depois, cara? Tenha paciência. A culpa não é minha que você não curte o Verão e quer refrescar as coisas por aqui, eu também não gosto, mas gosto de assistir a aula SECO.
Claro, a culpa não é toda do Santo, a maior culpa é nossa, e aí vem aquele papo ecológico que a Dôtora fez por aqui no outro dia, e que eu não vou repetir, porque agora eu sou oficialmente um pré-filósofo-desempregado e não um ecologista. Um dia quem sabe me dê aloca e eu vire um ecologista de primeira, por enquanto prefiro seguir meus planos de dar aulas daqui há 5 anos no máximo.
Bem, resultado da chuva? As vias que o meu ônibus passavam estavam completamente alagadas, então eu e o Balão (sim, Balão) fomos a pé, ou a nado, como preferir, para o nosso primeiro dia de aula na faculdade.
Conclusão: eu estava parecendo qualquer coisa molhado fedendo e suando, lindo, não?



Vou dar uma de Dôtora com vocês por aqui, vou indicar três filmes, mas vejam bem, são todos filmes com temática Gay, são ótimas histórias não clichês e que te fazem pensar bastante. Vamos ao primeiro!

(2006)

Sinopse: Um michê de sucesso descreve em uma série de confissões os seus confusos relacionamentos românticos com seus dois colegas de apartamento e um velho e enigmático cliente.

(2004)

Sinopse: Um filho de candidato a Senador de Nova York, conta a história de como seus pais, e o mundo, descobriram sua homossexualidade em meio a campanha política do pai.

(2003)

Sinopse: Christian tem 20 e poucos anos, vive em um condomínio em Los Angeles e adora curtir a noite. Suas conquistas sexuais são apenas para uma noitada. Elder Aaron Davis chega à cidade com mais 3 missionários mórmons para se hospedar no mesmo condomínio de Chris. Esses mundos antagônicos irão se chocar trazendo graves conseqüências para ambos.