terça-feira, 25 de maio de 2010

Orgulho

Parabéns, você notou bem: eu adiantei a coluna esta semana. E não, ninguém vai ganhar um biscoito como prêmio por ser minimamente perspicaz, pois não estão fazendo mais do que a obrigação!

Hoje, 25/05, é o Dia do Orgulho Nerd. E sim, eu tenho orgulho nerd. E por mais retardado que seja, eu estou andando com uma toalha hoje, sim. Acha tonto, demente etc? Bom, eu também de acho um tonto e demente. Favor se matar. Grata.

E eu já posso ouvir vocês perguntando "mas Meio-psicopata, o que essa merda toda de nerd tem a ver com a sua MARAVILHOSA coluna semanal? Eu quero violência gratuita e formas de melhor eliminação do convívio social!"

Ai, mas que pupilos apressados esses, viu? O negócio é muito simples: vou falar sobre a toalha. Para tanto, cito o verbete Dia da Toalha na Wikipédia:


O Dia da Toalha é celebrado no dia 25 de Maio como uma homenagem dos fãs ao autor da série O Guia do Mochileiro das Galáxias, Douglas Adams.
...
Primeiramente, quando do falecimento de Douglas Adams, fãs do autor queriam encontrar uma forma de homenagear uma pessoa que tinha feito o mundo rir, então precisavam de um tema engraçado para sua homenagem. Como sua mais conhecida obra é O Guia do Mochileiro das Galáxias, e como no livro o autor dedicou um página inteira sobre a toalha e sua importância para os mochileiros das galáxias, decidiu-se então pelo uso da toalha como tema da homenagem.

Note a parte que eu sublinhei. Falarei rapidamente de uma função da toalha que nosso prezado Douglas Adams não mencionou.

Nego tá te enchendo com o que quer que seja. Pode ser pela sua roupa, pela toalha que você está carregando ou pode até ser apenas mais um caso de algum estúpido incapaz de se calar. Pois bem, use sua toalha!

Faça a criatura ENGOLIR a toalha e, consequentente, se calar!

Mas não se esqueça de levar mais uma(s) toalha(s) com você, viu? ;]


Update 26/05/2010: Como bem sugeriu a Dotôra, tem outra forma de usar a toalha como arma. Para tanto, basta ter uma garrafinha de água com você. Quando alguém te encher, molhe a toalha, enrole-a nela mesma e faça o tradicional "chicote". E assim...


Bata na pessoa com toda a força!


Isso já dói pra porra com a toalha seca. Imagine molhada.


Semana que vem eu volto pra quarta-feira! Sayonara!

Welcome to a brand new World!


Desculpem pessoas, mas será impossível escrever qualquer coisa sobre Alice, eu estou num estado de puro extase. E tentando escrever isso e soar (ou fingir soar) imparcial. Embora, eu sempre diga: eu escrevo sobre mil coisas das quais gosto sem puxar a sardinha, mas com a Christina vocês me complicam.

O último álbum de inéditas lançado por ela foi em 2006, o retrô Back To Basics que misturava influências do Jazz e do Blues com batidas pop e hip-hop mais fracas do que o que ouvíamos naquela época, mas muito mais elaboradas. Christina ousou, talvez até mais do que fez com Stripped anteriormente, a ir contra a maré. Talvez tenha sido esse movimento de ir contra tudo e todos que tenha feito com que eu me apaixonasse completa e perdidamente por ela.

Christina sempre se diferenciou de suas companheiras de trabalho por quatro motivos, que para mim, são essenciais: ela escreve suas próprias letras, com parceiros, mas escreve. Ela participa de todo o processo de gravação de todos os seus álbums, como Michael Jackson fazia, ouso dizer. Ela não fez nenhum álbum que soasse igual ao anterior em seus onze anos de carreira. Ela sabe, de fato, cantar.

Em 2006 Christina incorporou Miss Baby Jane, Marilyn Monroe, e todas as divas dos anos 40 e 50, ela incorporou Aretha Franklin e Etta James em cada performance ao vivo que executava com grandeza e brilho. Executou uma turnê brilhante que envolvia o cenário Jazz e o tema de circo (antes de Britney e Pink pensarem nisso...), e o circo em sua concepção do show do bizarro que o nosso mundo se tornou. No intervalo ela teve um filho, Max que já tem 2 anos, e se dedicou ao processo de criação de seu próximo álbum. E esse processo de criação não é entrar no estúdio, produtores te dão letras e músicas prontas e você canta, eles arrumam sua voz, e seis meses depois você tem um CD lançado mundialmente recheado de músicas que caem no gosto popular e tocam até não aguentarmos mais. Não. Christina parte do visual, parte dos estilos que quer explorar dessa vez, parte do que viveu em sua vida, para só então começar a trabalhar no álbum.

Infelizmente, enquanto Christina está em seu processo criativo novos conceitos surgem (leia Lady GaGa), conceitos mastigados e prontos, conceitos que absorveram tudo em volta e apenas misturaram e jogaram ao mundo. Conceitos feitos para cair no gosto do público e só para isso. O contrário da música para a alma, música para o coração, música para o cérebro, música para o humor. Pois em Bionic, Christina soube usar cada um desses elementos. Talvez isso torne o álbum menos atraente ao público, mas não importa, ela continua sendo uma verdadeira artista e indo contra a maré, exatamente como os grandes fizeram no passado.

Faltavam treze dias para o lançamento oficial do álbum e ele vazou. Por um lado, péssimo, por outro ótimo. Posso falar sobre com treze dias de antecedência. Para descrever esse álbum, preciso voltar quatro anos no tempo: quando, por causa de Back to Basics, eu realmente conheci Christina Aguilera. Eu fui atrás de seus trabalhos anteriores, e Stripped (2002) fez comigo algo que nenhum outro álbum havia feito antes, me puxou para o fundo do poço, me ergueu para o céu, e colocou meus pés de volta na terra. Eu não senti isso com álbum nenhum... até hoje. Quando essa tarde as letras oficiais das músicas vazaram, e todos logo sacaram que o álbum ia vazar a qualquer momento, eu não acreditei no que ela estava fazendo: me escancarando de novo em suas próprias músicas e letras.

O CD começa com a eletrônica "Bionic", a faixa-título que soa mais como uma introdução ao que Christina quis com esse álbum, sua proposta. Ela segue do primeiro single, e o mais "mercado" do álbum "Not Myself Tonight", onde no clipe ela mostrou como é fácil imitar tudo, que ela também pode fazer isso. O álbum segue com a, na minha opinião, pior música do álbum "Woohoo". Mas é na quarta faixa que Christina mostra à que veio. "Elastic Love" soa como a proposta inicial do álbum, futurística. Lembra Kylie Minogue, para mim. Uma música eletrônica incrível. Na quinta "Desnudate", Christina volta às suas raizes latinas mais uma vez, e coloca toda a sua sensualidade pra fora, mais uma vez. Aqui vem um dos pontos mais altos do álbum, na minha opinião: "Glam" é uma releitura moderna de "Vogue" de Madonna, um novo hino gay pra comunidade, de fato. A música fala sobre como você tem de ser a sua roupa, e não deixar que a sua roupa seja você. Uma crítica a certas "divas" que chamam mais atenção por suas bizarrices do que por seu próprio talento? É uma interpretação possível.
"Prima Donna" virou uma queridinha dos fãs à primeira vista. Mais uma música comercial do álbum, muito bem produzida e feita pra dançar. Mulher, você é poderosa. "Morning Dessert" e "Sex For Breakfest" se completam, e pra quem acha que essa segunda é uma música cheia de putarias está errado. Uma balada romântica, feita para se escutar fazendo amor, e não só sexo.

Acredito que o coração do álbum se inicia na faixa 11, "Lift Me Up", a eleita para se tornar uma das músicas mais comentadas no Hope for Haiti Now no começo desse ano, onde Christina fez uma performance acústica magnifica dessa música. E eu estava com medo de ouvi-la na versão em estúdio, é simplesmente incrível. Após a intro mais fofa do mundo, intitulada "My Heart" não por acaso, pois Aguilera não faz parte dessa intro, mas sim seu marido Jordan e seu filho Max, só escutando pra saber. "All I Need" é uma balada simples e linda, uma canção de ninar dedicada à Max, onde Christina usa sua voz de um jeito novo e diferente, mas incrivelmente lindo. A próxima faixa é aquela que eu disse que me escancarou. Eu acho que poderia escrever parágrafos e mais parágrafos dedicados à ela, mas os pouparei, "I Am", é a música mais pessoal desse álbum para mim. Chegamos na comentada "You Lost Me", uma balada linda e com uma história incrível. Muito bem bolada, mas não é a sétima maravilha.

As três últimas faixas são feitas para as mulheres de plantão: "I Hate Boys" é uma volta absoluta ao seu primeiro álbum, muito pop, mas muito ouvível, obrigado. "My Girls" é uma daquelas músicas ao estilo "Wannabe" das Spice pra você ouvir no carro com as suas amigas indo pra balada. "Vanity" é muitas coisas ao mesmo tempo: pop sem conteúdo, pop LOTADO de conteúdo, um soco na cara de muitas cantoras pop por aí, uma escada para o ego de qualquer mulher, mas principalmente a brilhante performance de Max no último instante da música, fechando assim a versão standard do álbum. Sim, porque as cinco músicas da versão Deluxe ainda não vazaram, para a minha tristeza, porque a política que eu tanto amo está em uma dela "Birds of Prey". Mas, é questão de tempo...

Enfim, eu estou em êxtase... parabéns minha Christina, você conseguiu de novo.



Aguarde...

Em três horas, no máximo, a resenha de "Alice no País das Maravilhas" e a resenha do mais novo album da DEUSA, Bionic.

sábado, 22 de maio de 2010

Origami - Tsuru

Eaeeee povo!

Hoje passei aqui pra deixar um presentinho proceis... Pra quem sempre quis aprender origami e nunca teve tempo/paciência (que nem uma pessoa que eu conheço e que não é muito delicada hehehe) aqui vai uma maozinha...

Abaixo vcs vão ver uma figura com as dobras recem feitas do Tsuru, um pássaro no Brasil conhecido como Grou se não me engano... Esse pássaro simboliza a paz e se vc tiver mil deles terá muita paz em sua vida! Verdade! Então é bom começar logo a dobrar né pessoal ;D


Mas Dra como eu vou dobrar esse papel cheio de linhas aleatórias? =O

Não se preocupe pequeno gafanhoto! Aqui vai um sitezinho mto bom que vai te ajudar mto nessa hora: http://www.origami.org.uk/bos

Foi feito pela British Origami Society em homenagem aos seus 40 anos e é feito com animações bem bonitinhas... O que facilita mesmo estando em inglês.

Apenas uma observação, o Tsuru deles é aquele que mexe as asinhas, o meu infla as costas, então, caso vc queira fazer como eu faço, vc vai notar que no final da dobradura sobra um par de linhas em cada asas, basta dobrar essas linhas pra dentro e seguir com a ordem normal da animação, no final vc puxa as asas com cuidado e tcharã!

Ah, e mais uma coisa, se não der certo da primeira vez não desanime! É uma coisa que precisa de um pouco de prática pra sair perfeito... Então boa sorte e concentração!

Adoooooooooooro origami!!!!! =D

TOP 10 Trilhas Sonoras - Humanistas



ATENÇÃO! 
ISSO É SÓ UM RASCUNHO E UMA IDÉIA!!!
SEM PRESSA... E VAMOS LÁ PEOPLE, EU CREIO QUE AINDA MUDAREI ALGUMA COISAS DE LUGAR... PROVAVELMENTE HARRY POTTER IRÁ PARA O LUGAR DE TITANIC, ENFIM!


Insônio


#10 Harry Potter (John Williams)


 Além de John Williams ser um mestre no que faz, faz as melhores trilhas sonoras originais e instrumentais para filmes (vide Indiana Jones, por exemplo). Em Harry Potter, John conseguiu a proeza de me arrepiar a cada inicio de filme com aquela músiquinha principal do começo. Simplesmente incrível.


#9 Mary Poppins (Sherman Brothers)


 Quando Walt Disney quis colocar pessoas reais com animação ele precisava de uma trilha perfeita para isso também. Por isso ele contratou os irmãos Sherman, e dessa primeira muitas outras vieram para os estúdios Disney (Mogli, A Espada Era a Lei, entre outras). A obra-prima dos irmãos Sherman que foi revivida e revisitada em 2005 para o musical da Broadway. Destaque para "Feed the Birds", canção preferida de Disney.


#8 Titanic (James Horner)


 Acredito que a trilha de Titanic tenha sido extremamente compatível ao clima do filme, eu me sinto no mar ao ouvir essa trilha. É algo realmente incrível. 


#7 A Partida (Joe Hisashi)


 Por que eu imagino que essa vai ser uma trilha sonora nas três listas? Sim, ela é realmente incrível. Faz chorar só de ouvir.


#6 Cazuza - O Tempo Não Pára (Cazuza)


 Um filme incrível, uma história incrível, atores incríveis, música incrível, POETA INCRÍVEL.


 #5 Moulin Rouge! (Vários Artistas)


 Se eu odiasse Moulin Rouge, essa trilha estaria aqui de qualquer maneira. Ela foi muito bem trabalhada, com canções de Whitney Houston, Elton John, Madonna, David Bowie entre outros. E é claro, a Deusa, Christina Aguilera.


#4 Rent (Jonathan Larson)


 Inspirado no musical da Broadway, Rent ganhou uma repaginação na trilha sonora para a adaptação cinematográfica, e ficou simplesmente o créme de la créme!


#3 A Bela e a Fera (Alan Menken, Howard Ashman)


 Um dos maiores clássicos Disney, uma trilha sonora incrível com músicas impecáveis e extremamente bem trabalhadas e interpretadas, tanto em inglês quanto em português.


#2 Star Wars (John Williams)


 NADA neste mundo me arrepia mais do que a música principal de Star Wars, NADA me deixa mais tenso do que a Imperial March, NENHUMA música me dá mais dor no coração do que Duel of Fates. John Williams É O Cara.


#1 A Pequena Sereia (Alan Menken, Howard Ashman)


 Isso sim é uma trilha sonora de um filme de verdade. As cantadas, e as instrumentais. Pra mim a música principal de A Pequena Sereia é a melodia mais bela que existe, e eu sei que foi a intenção. Simplesmente incrível.